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E por falar em saudade… Os tempos de eu menino

Verdade seja dita: a infância nunca me abandonou. Menino grande que sou, vivo estacionado sempre nas tenras lembranças dessa época de ouro. Nos Natais, a carta do presente sonhado era para ele, nunca para o cara de vermelho. E aqui me traz a nostalgia de relembrar esse período pueril, num desenho que me educou regado a música clássica e lições bem adultas. Saudades…




Desabafo de um ex-admirador do Bloco Luxo da Aldeia


Os blocos de minha predileção

Não nasci assim apaixonado pelo carnaval, isso me aconteceu de 10 anos pra cá. E para ser bem honesto, não foi paixão pelo carnaval mesmo, foi pelo pré-carnaval de Fortaleza. Carnaval para mim era bom, mas não era nada demais, até mesmo porque meus carnavais eram circunscritos ao estado alencarino, e isso já explica quase tudo.

Conheci o pré-carnaval através da Rua Lauro Maia. Lá existiu um bloco, que juro para vocês, não lembro de ter ouvido nenhuma música sequer. O que ouvia falar era que o Fagner participava dele. Nunca soube se isso procedia. Cheguei até ver o trio uma vez passando, mas não consegui ouvir nada, tinha muito paredão sufocando o cortejo. Não posso dizer que foi um bom começo, mas foi assim que comecei.

Em 2004, fui convidado por amigos para ir conhecer um pré-carnaval no Mercado dos Pinhões. Era um tal de Concentra Mas Não Sai. Parecia padecer do mesmo “mal” daquele bloco da Rua Lauro Maia. Muito paredão nas redondezas asfixiando a bandinha de metais. Se era bom? Não sei, a movimentação era grande, até quis me aproximar para comprar uma camisa do bloco, que lembro bem ser da cor laranja, mas o dinheiro curto me deixava na escolha entre o item desejado e a bebida. Fiquei com a bebida mas muito me arrependo até hoje.

No outro ano fui lá de novo, mas a camisa também ficou apenas nos planos. Curti o pré-carnaval 2005 já como tiete. Em 2006, houve a mudança para Praça do Ferreira. Muitas vozes contrárias à mudança, expectativas negativas de muitos, mas eu via aquilo como coisa positiva. 2006 passou, estamos em 2015 e o Bloco Concentra Mas Não Sai continua nos sábados fazendo minha cabeça e assim me levando para o coração da cidade.

Discussões em redes sociais geraram amizades, que acabaram me levando a um outro destino, um tal de Luxo da Aldeia. Apareceu-me primeiro como agenda possível numa sexta sem pré-carnaval. Tem uma proposta ousada de resgatar compositores cearenses. Induzido pelos amigos do Concentra, fui lá, gostei e posso dizer que desde 2009 não falto uma sexta pré-momesca. Construí amizades e criei um forte afeto pelo bloco. Hoje continuo fã da banda, mas o bloco me decepciona.

E o que é o Bloco? O bloco são as pessoas sensatas mas também as insensatas. São as poucas que chegam para ajudar, mas também são as muitas que criticam sem apoiar. São aquelas que atrapalham a apresentação da banda com gritos de Benfica, fumam de propósito no Mercado onde é proibido por lei e, diuturnamente, ficam minando os ânimos daqueles que querem construir um movimento cultural para cidade e não apenas para um bairro.

É muito difícil construir um pré-carnaval de qualidade, público no meio da rua. São poucos abnegados dispostos a sacrificar tempo, energia e conhecimento (rsrs) para colocar um Bloco na rua. São tantas dificuldades que, nem quem se julga mais próximo, tem noção da complexidade. Daí chega o grande dia, vencidas as etapas burocráticas, o Bloco vai sair, era pra ser motivo de alegria. Lêdo engano.

“O Luxo desluxou”

“Virou modinha e só o nome ficou.

“Saiu para Aldeia Aldeota.”

Se vocês soubessem como isso dói no coração de quem coloca o bloco na rua, vocês pediriam desculpas desde já pela enorme besteira que estão fazendo. É assim que vocês querem construir essa relação? O que vocês estão ganhando com essas atitudes? São questões para se refletir. Dentro de cada um que faz o Luxo, existe um amor imensurável que não quer deixar a peteca cair. Ninguém quer tapinha no ombro, tampouco reconhecimento. O que está sendo almejado é algo maior e a longo prazo. A história, futuramente, vai contar e recontar.

Ao invés de gritar “Benfica”, ou de ficar redigindo ferozmente tolices nas mídias sociais do Bloco, apareçam para ajudar. Apoiem pelo menos com uma corrente positiva em torno do evento. Agora, se forem para o pré-carnaval apenas para demolir o ânimo dos que fazem o bloco, atrapalhar os querem curtir, fiquem no Benfica mesmo porque esse bairrismo às avessas está matando a todos.




Projeto destaca empreendedorismo com inovação tecnológica

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Vice presidente da Rede de Incubadoras Sueli Vasconcelos e o inventor Roberto Campos.

O Ceará vem se destacando na inovação tecnológica promovida por startups. As startups são pequenas empresas dotadas de uma ideia inovadora e geralmente são apoiadas por uma empresa-anjo ou uma Incubadora. Um dos projetos atuais em destaque é o Painel Solar Heliotrópico. O inventor e empresário Roberto Campos explicou seu funcionamento. Segundo Roberto, este novo Painel Solar tem capacidade 6 vezes maior de captação de energia solar que os tradicionais. O diferencial? O Painel Heliotrópico tem movimento autônomo seguindo o movimento do Sol. Dessa forma a captação sempre é otimizada pois o painel está sempre alinhado com o astro rei. Roberto teve essa ideia ao observar a captação de Sol promovida pelas flores e pela vegetação.

Segundo a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), o Brasil utiliza apenas 10,14 kWth de potência solar por mil habitantes. Países como Chipre, Israel, Áustria e Barbados utilizam 657, 498, 205 e 200 kWth, respectivamente a cada mil habitantes. A inovação do Painel Heliotrópico promete alavancar o país nesse cenário global. Atualmente o invento encontra-se na fase de registro de patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi). O invento será comercializado e a patente irá gerar divisas para o inventor.

Evolução do Empreendedorismo no Estado

O empreendedorismo no Ceará vem ganhando destaque na economia, apresentando crescimento baseado, principalmente, na inovação tecnológica. Até as últimas décadas, empreender era sinônimo de um tiro no escuro. A rede de apoio para o pequeno empreendedor era restrita apenas ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), criado em 1972 para incentivar quem desejasse empreender.

Com o advento da nova legislação fiscal, tributária e com o incentivo governamental, o empreendedorismo experimentou um crescimento promissor. A tributação simplificada reduziu a burocracia para as micro e pequenas empresas, desonerando quem resolve começar seu pequeno negócio. O Ceará tem destaque nesse cenário e um dos responsáveis pelo empreendedorismo com inovação é a Rede de Incubadora de Empresas (RIC).

A RIC foi constituída em 2008 como uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos. Sua função principal é consolidar as incubadoras do Estado, apoiando a criação inovadora e apoiando a inclusão de novos negócios. A articulação promovida pela RIC fortalece as pequenas empresas que estão engatinhando nos negócios, promovendo competitividade competência. Das incubadoras que formam a RIC podemos citar as que são vinculadas às tradicionais Instituições Acadêmicas do Estado como: IE-IFCE do Instituto Federal do Ceará, IncubaUece da Universidade Estadual do Ceará, EDETEC vinculada a Universidade de Fortaleza, Padetec vinculada a Universidade Federal.




Ciclofaixa de lazer se consolida e incrementa os negócios do setor

O comércio de bicicletas está em alta. Segundo o lojista Márcio Falcão, as vendas aumentaram em torno de 40% desde a primeira edição da Ciclofaixa de Lazer promovida pela Prefeitura de Fortaleza. Márcio trabalha também com locação durante o evento desde a primeira edição. A quantidade de 45 bicicletas que foram levadas no último domingo não supre a demanda e Márcio já pensa em aumentar o negócio: “Alugo todas, não sobra nada. Todas são revisadas e têm os itens de segurança necessários. O preço é de apenas 20 reais para poder usar a manhã toda. Muitos gostam e vão depois à loja comprar a sua”. Muito entusiastas gastam até 5 mil reais em peças para equipar as bikes.

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Bicicletas para locação na Ciclofaixa de lazer

A loja de Márcio tem preço para todos os bolsos. “Muita gente vem aqui, gasta mais de mil reais, compra uma segunda bicicleta para esposa, filho. E pelo menos uma vez por mês vem fazer a revisão e lubrificação para passear no final de semana” afirmou o empresário. Já João Alcântara, também lojista do ramo, afirma que o negócio das bicicletas nunca esteve tão bem: “Seria melhor se o governo olhasse para gente desonerando os impostos assim como fez com os carros, assim nossas vendas seriam maiores ainda”. João Alcântara tem a loja JA Ciclo e promove passeios noturnos com vários destinos, passando pela Beira Mar, Sabiaguaba e as Tapioqueiras na Messejana.

Ciclofaixa de lazer tem roteiros diversos

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O roteiro inicial já sofreu alterações duas vezes por conta do evento internacional Iron Man e a Corrida das Estações. Porém, no domingo passado (23/11), a Prefeitura alterou mais uma vez o percurso para passar pela nova Avenida Monsenhor Tabosa e também evitar a Feira livre no entorno da Catedral. Durante todo o percurso existem cones separando os ciclistas do trânsito dos carros, além de agentes de trânsito orientando e fiscalizando as ações. Ao todo 118 servidores públicos estão envolvidos no evento para dar segurança e tranquilidade. A intenção da prefeitura é que em 2015 novas rotas sejam lançadas, uma partindo do bairro da Serrinha, nas proximidades da Universidade Estadual do Ceará e outra vindo da Av. Bezerra de Menezes.

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O Passeio Público é ponto de saída e chegada

A Ciclofaixa de Lazer é uma ação da Prefeitura de Fortaleza que procura trazer os fortalezenses às ruas para prática do ciclismo aos domingos. A iniciativa, antes vista com desconfiança, foi abraçada pela população que vem ocupando os espaços públicos. A primeira edição aconteceu no dia 21/09 onde, segundo dados da Prefeitura, 4 mil pessoas aproveitaram o domingo ensolarado para prática do ciclismo, desfrutando as belezas de nossa capital. O ponto de partida foi no Parque do Cocó ao lado da Av. Sebastião de Abreu, passando pelas avenidas Virgílio Távora, Dom Luís, Desembargador Moreira, Abolição, Almirante Barroso, Alberto Nepomuceno e chegando ao Passeio Público.

Desde o início, já aconteceram 8 edições, com apenas duas pausas para as Eleições 2014, que ocorreram nos domingos dos dias 05 e 26 de outubro. Para a estudante Lívia Bezerra de Menezes este acontecimento incentiva os cidadãos a conhecer melhor a cidade, além do que se vê atrás dos vidros dos coletivos e automóveis. Sobre o clima Lívia declara: “É melhor vir cedinho porque depois das 10h o calor fica grande, talvez se a ação fosse a partir das 16h entrando na noite fosse melhor, mas tem a questão da segurança, né?”.

Edição do vídeo: Ricardo de Melo
Texto: Roberto Félix




[Capítulo 11] Diários de bicielétrica

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No dia 10 de setembro, a Prefeitura de Fortaleza lançou edital para implantação de um Sistema de Bicicletas Compartilhadas em alguns bairros da cidade. A notícia, que foi exaustivamente divulgada pelos principais veículos de Fortaleza como O Povo, Tribuna do Ceará [1,2] e Diário do Nordeste, carece de mais informações técnicas para os interessados.

Para ficar por dentro de tudo, nada melhor que a leitura do próprio Edital de Licitação na íntegra. Depois de uma busca na internet, chegamos ao Portal de Compras do Município e o Edital estava lá logo na página principal por se tratar de um Edital recente. Os interessados em exercer o papel de cidadão já podem conhecer melhor o processo para quem sabe, dar contribuições e acompanhar a licitação.

Leia aqui o Edital do Sistema de Bicicletas Compartilhadas do Município de Fortaleza




[Capítulo 10] Diários de bicielétrica

Os desafios da mobilidade urbana para década atual

Desde os protestos de junho de 2013, durante a Copa das Confederações, que o tema mobilidade urbana tomou as principais pautas dos fóruns de discussão. O crescimento econômico do país, pautado na desoneração de impostos para aquisição de automóveis, promoveu a explosão do consumo automobilístico. Sem o devido aumento na quantidade de vias nas metrópoles, foi observado o estrangulamento do trânsito, com o aumento substancial no tempo das viagens intra-urbanas. As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) demoram, por maior que seja o esforço e boa vontade por parte dos gestores. Metrôs, VLTs e novas vias que representam a esperança em dias melhores, no entanto, ficarão prontas, quem sabe, para Copa da Rússia. A sociedade, na ânsia de mitigar o problema crescente de mobilidade urbana, adotou medidas alternativas, como uso de aplicativos para compartilhamento de viagens, a famosa carona. Além disso, o uso das bicicletas voltou à tona com a rápida inserção de ciclovias em cidades como Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.

O transporte em duas rodas foi adotado por uma parcela da população, que preferiu deixar os automóveis em casa para realizar as viagens ao trabalho, faculdade, padaria, etc. A boa imagem de ecologicamente correta atribuída à bicicleta, assim como os benefícios para saúde, trouxe para este meio de transporte vários usuários de primeira viagem, assim como resgatou do ostracismo o trabalhador da classe pobre, que sempre adotou a bicicleta como solução de transporte, independente de modismo ou outros rótulos. A mobilidade em duas rodas tem muitos argumentos positivos e uma legião de defensores, porém as vozes contrárias, típicas de quem nunca pedalou, dificultam a adoção em massa do pedal. Em países como a Holanda, a bicicleta representa 26% das viagens realizadas num dia. Os principais pontos divergentes são que nosso clima não é propício para o uso da bicicleta, a taxa de criminalidade alta, falta de respeito dos motoristas e falta de estrutura cicloviária.

Analisando por partes a se iniciar pelo clima, é sabido que o Brasil é um país tropical, com temperaturas médias em torno de 20º, e isto não tem como mudar. Entretanto, existem ações para minimizar o impacto da questão do clima, as empresas podem dotar suas infraestruturas com vestiários, facilitando assim a rotina dos aderentes da bicicleta. Já existem iniciativas de governos como o da França que incentiva os trabalhadores para o uso da bicicleta, remunerando-os por quilometragem. As bicicletas elétricas não são novidade, mas retornaram com força desde 2012, com nova tecnologia, aumentando a autonomia das viagens e o aumento do ciclo de vida das baterias. Com o pedal assistido pelo motor elétrico, o usuário despende menor força, reduzindo a quase zero o esforço físico e o suor. A questão da criminalidade atinge transversalmente a todos, independentemente do meio de transporte escolhido. Sabe-se que o roubo em automóveis visa, em parte, o uso dos mesmos em outros assaltos, então não seria interessante o roubo de uma bicicleta para prática de crimes. Se este raciocínio não parecer válido, basta comparar a taxa de furto e roubo dos dois modais. Já a questão da educação dos motoristas depende de campanhas educativas massificadas e de fiscalização coercitiva, com aplicação de multas, num modelo similar à tolerância zero. Este método não serve apenas para obter o respeito dos motoristas para com os ciclistas, mas também para o trânsito em geral, que é muito caótico, infelizmente, pela falta de fiscalização do poder público.

munique

Agora a questão principal: a estrutura cicloviária das metrópoles não é ideal, porém está sendo ampliada com projetos amparados pelo PAC e por iniciativa de fundos internacionais, como o BID que aplicará U$$ 1,5 milhão em um projeto piloto de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas em Fortaleza. O grande impasse sobre a infraestrutura é que o governo só investirá maciçamente se sentir-se pressionado pela sociedade. Não é possível atingir uma massa crítica de usuários se estes ficam inertes aguardando as condições ideais surgirem sem luta. O cidadão tem que usar a bicicleta, forçando o governo a melhorar a estrutura cicloviária, o motorista a respeitar e só assim teremos um círculo virtuoso de mobilidade. Enquanto isso em São Paulo, cidade que pretende construir 500km de ciclovias durante o mandato do prefeito Fernando Haddad, vai enfrentando o conflito de interesses dos comerciantes que se dizem prejudicados pela construção de ciclofaixas defronte seus estabelecimentos, declarando que aquela estrutura impede o acesso dos clientes. Talvez impeça sim, o estacionamento irregular, ou talvez o estacionamento regular, porém numa democracia o interesse público deve pautar os projetos de mobilidade. A reeducação aliada à mudança de costumes deve lapidar e diminuir as resistências dos representantes da “carrocracia”.

A imagem acima do departamento de trânsito de Munique é emblemática. O modelo baseado no carro não será substituído e tampouco os governos tem esta pretensão, porém precisa ser reajustado para o universo que o representa, diminuindo os privilégios destes usuários para um nível justo. No Brasil, 70% do trânsito é composto por automóveis particulares que transportam apenas 30% da população. Já os meios de transporte públicos, que comportam 70% da população, precisam ser valorizados e privilegiados, com a construção de vias rápidas e exclusivas (Bus Rapid Transit), além da renovação da frota, provendo mais conforto para os usuários, com taxas mais justas e a integração de todos os modais principais (ônibus, metrô, VLT) e modais secundários (transporte alternativo e sistemas de bicicletas compartilhadas). Muitas lições ficaram dos movimentos de junho de 2013, contudo, o mais permanente até hoje é o debate sobre mobilidade urbana. O tema não se pode limitar a projetos de curto e médio prazo, pois para mudar costumes é preciso um prazo bem maior e políticas educativas mais constantes. O que fazer? Sair da zona de conforto, ou melhor, sair do engarrafamento e pedalar pode ser uma ótima solução.




[Capítulo 09] Diários de bicielétrica

2014-07-31 10.24.13
Garfo GT Max da Ciclo Cairu

Nóis trupica mas não cai 😀

Continunando a história do capítulo passado, procurei um garfo apropriado na Ciclopeças São Francisco, o dono muito atencioso informou que só tinha o garfo zoom escape que custava 70 reais, como bom cearense, pelo garfo estar num preço muito barato desconfiei da qualidade. Logo depois procurei na Rondon Ciclo, porém como eles não tem mecânico não tem negócio. Depois fui na Criciclo da Avenida Bezerra de Menezes. O vendedor foi bastante atencioso e honesto, afirmou que não tinha nenhum garfo que suportasse o torque do motor dianteiro e me recomendou um garfo de ferro ao invés de alumínio. Fica o registro da honestidade do funcionário da Criciclo Bezerra. Só fui encontrar a peça adequada na loja do Márcio Falcão.

O ferro, mais resistente, deve suportar bem o tranco. O garfo escolhido foi o GT Max, marca esta que nunca ouvi falar. Pesquisei feito louco ontem e não achei nada. Deixei a bici lá para pegar no outro dia. Na manhã seguinte, cheguei lá e o serviço foi feito na hora. Só então descobri que a GT Max é uma marca da Ciclo Cairu. Tenho uma forte suspeita que seja um garfo genérico chinês e a Ciclo Cairu só colocou seu adesivo. De toda forma foi o escolhido. O guidão teve que diminuir de altura visto que o garfo é mais curto que o antecessor, porém ficou confortável. Já posso voltar a deixar o carro na garagem e curtir Fortaleza de bicielétrica para ir ao trabalho e à Faculdade 🙂

2014-07-31 10.36.09
Prefiro sem adesivo




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